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A falta de acessibilidade foi algo que nunca saiu
de dentro da minha cabeça e provocava-me alguma inquietação
que muitas vezes me leva a tentar mover montanhas.
Foi com essa intenção que foi criado este site – chamar
a atenção para o facto de nem todos os locais possuírem
infra-estruturas de acessibilidade.
Eu tenho a certeza que era importante alertar com a minha experiência
para que muitas pessoas no futuro não passem por aquilo que eu já passei
- a falta de acessibilidade.
Passado dois ano do site euroacessibilidade estar a navegar na Web penso ser
a altura certa para fazer um pequeno balanço.
Pelas estatísticas fornecidas pelo contador pelos emails que chegaram à minha
caixa de correio chega-se a uma conclusão: - Os objectivos estão
a ser atingidos.
Mas talvez o que mais me tenha sensibilizado foi a quantidade de pessoas a
quererem colaborar ou, os que já colaboravam, a querer fazê-lo
com mais empenho.
Aqui, chegamos a outra conclusão muito importante, enquanto uma grande
quantidade de portugueses anda a construir infra-estruturas para mandar milhões
de Euros para dentro de uma baliza, quem governa continua a argumentar que
o País está de tanga.
Temos um conjunto de colaboradores a trabalhar voluntariamente no site EUROACESSIBILIDADE
só a pensar em ter um país mais acessível. Dando sempre
tudo sem pedir nada em troca.
Só com o seu empenho é que este site atingiu as metas a que se
tinha proposto.
Prof. Luís Vidal – por ter sido sempre a minha caneta correctora
ARCIL – pela
cedência do material informático
Prof. Ana Correia, Prof. Ana Vaz, Michael Vaz, Eduardo Basto (Sociólogo) - pela tradução para inglês
Dr. Natália Correia - Jurista
Prof. Carlos Sêco – cartunista residente
E a todos que expressaram a sua opinião ou patrocinaram esta
causa.
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