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Garantir uma plena acessibilidade é um aspecto de essencial qualidade de vida de todos os cidadãos. O actual quadro comunitário da “União Europeia” dá prioridade a projectos que contemplem a acessibilidade acautelando, assim, a mobilidade da diversidade humana. Mas, convém não esquecer que a acessibilidade sempre foi uma preocupação de todos os governos, contudo as acções foram insuficientes.

Para descrever a acessibilidade contemporânea em poucas palavras diria que assenta em dois pilares fulcrais: a acessibilidade urbana ou arquitectónica e a acessibilidade tecnológica. Mas é necessário que as duas trabalhem em conjunto para garantir que todos os cidadãos possam ter o perfeito exercício do direito à cidadania.

Em seguida, a abrangência da acessibilidade e a inoperância do homem em pequenos tópicos:

Via Pública – Actualmente não existem intervenções urbanas inovadoras e coerentes com a filosofia de “Espaços Urbanos Acessíveis”, as passadeiras sem rampas são uma constante, os semáforos raramente estão bem temporizados, ainda não se eliminaram os obstáculos dos passeios e para as pessoas com problemas sensoriais faltam equipamentos de orientação e texturas diferenciadas.

Edifícios Públicos – É um autêntico cataclismo o acesso a edifícios públicos desde o seu espaço circundante até ao seu interior; os cinemas com falta de lugares para pessoas em cadeira de rodas; salas de conferências sem qualquer tipo de sinaléticas; museus constantemente inacessíveis devido às barreiras arquitectónicas, os áudio-guias sem uma perfeita descrição das obras; os WC adaptados são uma raridade; os tribunais continuam sem elevadores. Resumindo, muito falta fazer para colocar um fim às inacessibilidades dos edifícios públicos e privados.

Transportes Públicos – Em Portugal nunca existiu uma perfeita acessibilidade nos transportes públicos. Para um cidadão de cadeira de rodas viajar de comboio é obrigado a utilizar o “comboio pendular” por ser o único que tem elevador, facto que encarece a viagem. Em Portugal ainda não existem autocarros de piso rebaixado em número suficiente para permitir uma viagem de ida e volta. Os acessos acessíveis das gares para o interior dos comboios ou autocarros são raros, havendo uma maior assimetria entre os grandes centros urbanos e o interior do país.

Computador e Internet – Nesta sociedade contemporânea tudo gira à volta deste meio de comunicação desde uma simples escrita à navegação na Internet. No entanto, o maior construtor de sistemas operativos “Microsoft” pouco se empenhou em desenvolver processos de acessibilidade. Esta é uma “dívida” que o Sr. Bill Gates tem para com a sociedade. Na Internet, ainda, existem sites públicos inacessíveis. Apesar desta acessibilidade ter a sua complexidade, quando bem executada permite a inclusão digital de todos.

Turismo e Lazer – Devido à sua situação geográfica Portugal é um país apetecível para explorar o turismo acessível, mas este deve ser feito num “conceito único”. Pois, os projectos isolados podem estar condenados ao fracasso, as entidades governamentais devem aproveitar esta plataforma para entrevir, regulamentar e apoiar para assim construir um país igualitário.

Gerontologia – Prevê-se que na Europa a população com mais de 60 anos vai aumentar 50% nos próximos 30 anos, tornando-se num grupo dominante, mais instruído e activo. O desenvolvimento tecnológico torna-se premente, baseado no desenho universal ou inclusivo. Quero querer que futuramente a televisão, Internet e as casas inteligentes sejam completamente acessíveis e uma realidade para todos.

Finalizo com seguinte recado, foi criado o “Conceito Europeu de Acessibilidade” mas este não passa de uma utopia porque, cada país tem as suas leis e a União Europeia ainda está muito longe de chegar a consensos.

Urge no entanto, construir mais e melhores acessibilidades com o objectivo de permitir a autonomia de todos os cidadãos, para isso anseia-se o contributo dos futuros Engenheiros de Reabilitação Portugueses.

João Henriques

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